Depoimentos

Conheça mais da nossa história através dos relatos de pessoas incríveis que já participaram do nosso programa.

Preciso compartilhar o que aconteceu comigo: ontem eu não percebi o bem que me fez participar do encontro, afinal, era só mais um de tantos. Mas, o compartilhamento de emoções liberou tantos hormônios em mim que me colocou num bem estar tal, que consegui terminar um trabalho que estava com dificuldade de concluir. Foi mágico. Obrigada a todos.​
Educadora do Rio Grande do Sul
Bom, o projeto Nas Trilhas foi muito importante pros meninos para trabalhar com eles não somente a questão de autoestima, trabalho em grupo. Eles se sentiram extremamente valorizados por terem sido escolhidos por terem participado do projeto e se engajarem na participação do projeto, fizeram as atividades que foram direcionadas a eles. Se sentiram pertencentes a comunidade, começaram a criar e elaborar projetos para tentar melhorar a situação dentro da escola usando as ferramentas que eles aprenderam em todo o projeto. E eles passaram a desenvolver isso para a comunidade. Deu para perceber uma valorização e autoestima dos alunos, um engajamento na participação no trabalho em grupo e de conscientização social em questões relacionadas ao meio ambiente, relacionadas ao preconceito racial e social. De maneira em geral, os alunos se empenharam muito, e também valorizou o olhar que eles tinham obre a escola, comunidade que mudou um pouco esse olhar e eles passaram a se sentir mais pertencentes a essa comunidade.
Daniel Batista Catarina Stacciarini Seraphin - Professora de língua portuguesa da ETI
Tá sendo muito legal participar do projeto! Têm muitas pessoas legais e divertidas que vêm aqui nos ensinar, muitos professores tão nos ensinando muito. Nós estamos divididos em três grupos (cultura, meio ambiente e educação para paz) e está andando muito bem!
Karine Campos – ETI Euridice Ferreira de Melo
Para mim foi uma experiência inovadora, nesse tempo de quarentena pude ocupar minha mente com um projeto lindo, que trará muito conhecimento para meu futuro, eu melhorei como pessoa e vi que todos os que participaram tem uma capacidade enorme de mudar o mundo como eu. Gosto de conhecer novas pessoas e realmente foi uma ideia muito boa! Essa é a melhor maneira de mostrarmos para todos de que somos capazes de mudarmos nosso futuro que está por vir. São com pequenas ações que começamos a entrar e entender esse meio, mas com o passar do tempo só vamos aprimorando nossas ideias e o nosso conhecimento. Basta termos força de vontade, coragem e amor para realizar uma ação e causar um grande impacto.
Arthur Borges – Estudante da IEEE Borges – Vacaria/RS
Então, esse projeto, ele veio no momento certo, porque ele veio pra poder mostrar a realidade da população a nossa volta. Mostrar que têm coisas que a gente não conhece e precisa conhecer pra poder saber se colocar no lugar do próximo pra poder tentar ajudar. Este projeto também serviu pra mostrar pra mim que eu quero ser voluntária um dia. Eu nunca pensei nisto, mas com esse projeto ele esclareceu o que tenho que ser voluntária um dia e ajudar as pessoas, mostrar a realidade de que outras pessoas que têm muitas dificuldades vivem. Eu quero muito ajudar as pessoas no futuro, esse projeto esclareceu muito isso para mim!
Vitória Krause - Estudante da ETI Crispim Pereira Alencar - Palmas/TO
Acredito que o projeto provocou grande transformação na sensibilidade do olhar de cada estudante que se envolveu nas oficinas. Não apenas no olhar contemplativo, mas também na visão crítica de mundo. O olhar, o envolvimento, a sensibilização e as propostas mudanças provaram que cada um dos envolvidos foi impactado pelo sentimento de empatia.
Ramirez Afonso - Educador da EMEF Adevalni Sysesmundo Ferreira de Azevedo - Vitória/ES
É um projeto que traz várias oportunidades para nós e que faz a gente entender coisas que a gente não sabia. Aprender sobre empatia, sobre vários sentimentos e nos conscientizar que o mundo precisa de mais amor, porque, ultimamente, a gente só vê coisas ruins acontecendo. E nós temos que passar o amor por aí e nós temos que saber amar o nosso próximo mesmo com todas as circunstâncias. Nós temos que nos amar e amar o nosso próximo, porque o mundo precisa de amor. É um ajudando o outro, ou seja, é um ciclo sem fim.
Ana Vitória – Estudante EM Arlete Magalhães - Salvador/BA
Em nossa escola o projeto partiu de ideias e manifestações das crianças. Elas conversaram, debateram e decidiram atuar ativamente junto ao Lar do Idoso. Num primeiro momento fizemos um plano de ação, conforme nos sugeriu a Parceiros Voluntários, e todos fomos arrecadando materiais de higiene, fraldas, doações da comunidade, que estão sendo entregues pelos alunos. Hoje, eles ampliaram a relação com os moradores do Lar e fazem visitas interativas, contação de histórias e atividades lúdicas.
Andressa Aparecida dos Santos - Educadora no CIEP Charles Keese Dodson – Santa Bárbara d’Oeste/SP
Então, esse projeto, ele veio no momento certo, porque ele veio pra poder mostrar a realidade da população a nossa volta. Mostrar que têm coisas que a gente não conhece e precisa conhecer pra poder saber se colocar no lugar do próximo pra poder tentar ajudar. Este projeto também serviu pra mostrar pra mim que eu quero ser voluntária um dia. Eu nunca pensei nisto, mas com esse projeto ele esclareceu o que tenho que ser voluntária um dia e ajudar as pessoas, mostrar a realidade de que outras pessoas que têm muitas dificuldades vivem. Eu quero muito ajudar as pessoas no futuro, esse projeto esclareceu muito isso para mim!
Vitória Krause - Escola Municipal Crispim Pereira Alencar
Provocar na criança e no adolescente o espírito voluntário é a meta principal desse projeto e muito bem implementado em nossos estudantes que deram continuidade ao projeto Tribos levando boa parte do exemplo plantado, para a feira de ciências que aconteceu no mês de setembro nesta Unidade Escolar onde apresentação de grande contribuição através de seus projetos em prol do meio ambiente. Somos gratos por essa oportunidade e garantimos que o objetivo foi alcançado.
Professora Magda Stael O. Silva - Escola Municipal Crispim Pereira Alencar
O projeto enriqueceu a vida dessas crianças, porque levou a realidade até eles. Fez com que eles vivenciassem, tivessem um projeto de campo, conhecessem na prática a dificuldade de pessoas que são excluídas por falta de acessibilidade. Então, a visão de Educação para a Paz, educação inclusiva, uma educação que respeita as diferenças é um objetivo de uma instituição de ensino. E o projeto Nas Trilhas da Cidadania veio para somar com aquilo que a gente já vivencia em sala de aula com aquilo que já construímos ao longo da vida educacional das crianças. O projeto Nas trilhas é muito importante, porque traz para os nossos estudantes e para os educadores a vivência cultural, social, de respeito. A gente extrapola as quatro paredes da sala de aula e vai ver na prática aquilo que as ciências humanas já nos explicam na teoria. A gente vê a questão da inclusão, do conhecimento da diversidade e, isso é amplo, é muito bom! É algo louvável para a escola e os estudantes.
Claudio Winicius dos Santos Silva – ETI Eurídice Ferreira de Melo
Preciso compartilhar o que aconteceu comigo: ontem eu não percebi o bem que me fez participar do encontro, afinal, era só mais um de tantos. Mas, o compartilhamento de emoções liberou tantos hormônios em mim que me colocou num bem estar tal, que consegui terminar um trabalho que estava com dificuldade de concluir. Foi mágico. Obrigada a todos.​
Izabel Boff - Educadora da EMEF Dolaimes Stedile Angeli - Caxias do Sul/RS
Bom, o projeto Nas Trilhas foi muito importante pros meninos para trabalhar com eles não somente a questão de autoestima, trabalho em grupo. Eles se sentiram extremamente valorizados por terem sido escolhidos por terem participado do projeto e se engajarem na participação do projeto, fizeram as atividades que foram direcionadas a eles. Se sentiram pertencentes a comunidade, começaram a criar e elaborar projetos para tentar melhorar a situação dentro da escola usando as ferramentas que eles aprenderam em todo o projeto. E eles passaram a desenvolver isso para a comunidade. Deu para perceber uma valorização e autoestima dos alunos, um engajamento na participação no trabalho em grupo e de conscientização social em questões relacionadas ao meio ambiente, relacionadas ao preconceito racial e social. De maneira em geral, os alunos se empenharam muito, e também valorizou o olhar que eles tinham obre a escola, comunidade que mudou um pouco esse olhar e eles passaram a se sentir mais pertencentes a essa comunidade.
Catarina Stacciarini Seraphin - Educadora da ETI Daniel Batista - Palmas/TO
Eu acho que é um projeto que proporciona integração, que estimula autonomia dos alunos, que amplia horizontes e que faz uma produção necessariamente coletiva. Isso estimula a coletividade entre nossos alunos. É um trabalho que fez com que eles tivessem mais contato com a fotografia e as suas incríveis possibilidades. Fez os meninos pensarem sobre questões importantes da nossa sociedade, da nossa escola, como bullying, devastação versus preservação ambiental e vários outros temas ligados a cultura da paz que a gente anda tão carente. Então, eu acho que do ponto de vista humano, foi incrível as possibilidades que os nossos alunos construíram, conheceram e descobriram. Foi um projeto que proporcionou um amadurecimento dessas questões, principalmente, pensar no ponto de vista da autonomia. Estimulamos muito nossos alunos para que eles apresentassem propostas, para que sejam executadas e apresentassem os caminhos como fazer, como tornar exequível. Foi bem bacana ter o projeto na escola, ver os meninos super antenados e movimentados.
Iracema Paixão dos Santos -Diretora EM de Pituaçu - Salvador/BA

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